sábado, 20 de janeiro de 2018

REFORMA ÍNTIMA





  A significação do Evangelho de Jesus para nós cristãos e espíritas, não deve ser simplesmente de aceitar seus ensinamentos, mas de nos encaminhar pela vivência espiritual ao ponto de partida na “reforma íntima”, ao eliminarmos hábitos, vícios e costumes perniciosos, defeitos morais, sentimentos e pensamentos incompatíveis com nossa reforma, buscando adquirir virtudes próprias do ser humano novo que se propõe transformar-se no que deseja ser. E como é extraordinário o poder do Evangelho para operar essa nossa transformação.

Compreendendo que nenhum de seus problemas e nem seu progresso se resolve pelo simples conhecimento teórico ou místico do Evangelho, porque esses problemas não estão no exterior, mas no próprio íntimo de cada um, concluímos que o Evangelho não pede um conhecimento intelectual, mas sim, uma vivência mais espiritual. O simples conhecimento contemplativo não muda o ser humano, muito ao contrário, lhe aumenta os débitos espirituais, porque está dito: “àquele á quem muito é dado, muito será cobrado”, como também só o crer não resolve nada, porque já sabemos que a fé sem as obras é morta.

Para viver e exemplificar o Evangelho, primeiramente o ser humano deve reformar-se, transformando-se no homem novo a que o Evangelho se refere. Cada um de nós tem a obrigação de espiritualizar-se por si mesmo, por decisão própria, por esforços próprios, tendo o Evangelho como orientador; agindo no bem e não somente crendo. Todo aquele que se inicia  na vivência evangélica, abre portas amplas no Plano Espiritual para o recebimento de inspiração e assistência permanente.

Longe estamos de poder avaliar a grandeza de nossas oportunidades na Terra, infinitamente valiosa, muito desejada por grande número de irmãos que aguardam uma oportunidade de reencarnação.  Assim sendo, valorizemos a nossa presente existência e busquemos aproveitar cada evento, pequenino que seja, para servir e auxiliar, pois de cada ato praticado ou não, teremos de prestar contas, recebendo a devida aprovação se tivermos agido no bem, ou amargando os revezes de nossas ações indevidas, nesta ou em outras existências. Procuremos vivenciar a figura do “bom samaritano”, e só teremos alegrias  quando abandonarmos a vestimenta carnal, retornando ao plano espiritual.

Entretanto, que a noção que temos de trabalhadores da última hora, não nos dê motivos para sentimentos de inferioridade, diante da oportunidade do serviço evangélico. Na verdade, qualquer um que deixe seu conforto pessoal, seus familiares, para ir acudir seu próximo necessitado ou sofredor, torna-se digno de ser um seguidor do Mestre Amado. Não julguemos que o Senhor possa desdenhar de nosso propósito em servir por modestas que sejam nossas possibilidades. O Senhor julgará nossa sinceridade de propósitos e nossos sentimentos, e não reclamará de nós realização acima de nossas condições e forças atuais.

Nunca deve alguém julgar-se indigno, inferior  e  ter  dúvidas  quanto  à  sua obrigação de realizar esforços para retornar ao bom caminho, qualquer que tenha sido a fraqueza a dificuldade e a tentação que o levou a cair, pois o Mestre a todos ama, e mais ainda se compadece com o seu irmão que falhou momentaneamente ou até mesmo durante a existência. Quem não tem deficiências? Quem nunca falhou? Se até os apóstolos com todos os ensinamentos e exemplos recebidos do próprio Mestre Jesus, falharam; por que nós seres ainda mais imperfeitos, estaríamos livres de fracassar? – Temos é que reagir contra as imperfeições, não desanimar e retornar ao bom caminho, cientes de que é a melhor opção para o nosso progresso e felicidade.

Como exemplo de renovação, recordemos a passagem evangélica que fala de Maria Madalena e sua conversão ao caminho redentor, levada pelas palavras do Mestre Amado. Vivia ela no luxo, no conforto e na ociosidade e tudo renuncia pelo amor que lhe invadira a alma, desfazendo-se dos laços escuros que a ligavam ao mal. Quando os seguidores de Jesus, zelosos pela reputação da Boa Nova, recusaram receber em seu meio a pecadora regenerada, foi o próprio Jesus quem lhe abriu as portas do Seu coração, que a libertou para sempre da criatura velha e pecaminosa que ela era. Seja, portanto, o amor do Mestre o instrumento a nos unir uns aos outros. Lembremo-nos de que uma só vara é frágil e facilmente pode ser quebrada, mas unidas elas, como nós, tornam-se um feixe de varas inquebrantável, inacessível e imune aos ataques das forças do mal. Confiemos no poder do Mestre, que a ninguém desampara nos momentos de dificuldades e perigos, e atravessaremos em segurança a hora presente de angústia, desagregação, tormentos e sofrimentos em que se encontra o nosso mundo.

Atualmente prepara Jesus, contando com os medianeiros da Espiritualidade e nossa colaboração, uma investida final contra as forças das trevas que persistem em envolver a Terra, apoiadas que são por muitos habitantes que se comprazem nas práticas do mal. Nós, que também às vezes experimentamos o desânimo na jornada redentora, devemos lembrar-nos que a bondade divina, que cuida do pequenino curso d’água, desvela-se ainda mais pelas suas criaturas, através do Seu infinito e misericordioso amor. Somos espíritos ainda necessitados de encorajamento e fortificação em nossos propósitos de combater e vencer o mal que ainda conservamos em nosso íntimo, para que possamos nos aproximar do nosso Pai Criador.

Um olhar mais atento sobre nossas ações nos leva a crer que estamos espiritualmente doentes, com nossa natureza interior fora de sincronia. Com isso, prejudicamos nossa missão na Terra, de sermos solidários; amar uns aos outros e proteger a natureza que nos cerca para esta e as futuras gerações. Estamos vivendo tempos em que a natureza clama por socorro, e nossos valores morais e éticos estão em jogo. Nunca um despertar de consciência espiritual e ecológica foi tão necessário quanto a que passamos atualmente.

Em nome da Eterna Sabedoria, o ser humano é o senhor da evolução na Terra. Todos os elementos lhe estão sujeitos. Todos os reinos do planeta rendem-lhe vassalagens... Montanhas grandiosas sofrem-lhes carga de explosivos transformando-se em matéria-prima, destinada à edificação de cidades. Minérios por ele arrancados às entranhas do globo suportam os fornos incandescentes, a fim de lhe garantirem utilidades e conforto. Rios e fontes obedecem-lhe as determinações, transferindo-se de leito, com vistas à fertilização de terras sedentas. Florestas atendem-lhe a derrubada, favorecendo o progresso. Animais, mesmo aqueles de mais volume e força, obedecem-lhe as ordens, ficando muitas das vezes domesticados. A eletricidade e o magnetismo atendem os seus desejos; e o próprio átomo, síntese de força cósmica, descerra-lhe segredos, aceitando-lhe as vontades...

Mas não é só no domínio dos recursos materiais que o ser humano governa soberano. Ele pesquisa as reações populares e comanda a política; investiga os fenômenos da natureza e da ciência; estuda as manifestações do pensamento e cria a instrução; especializa o trabalho e faz a indústria; relaciona as normas de comércio e controla a economia. Decididamente, nós espíritos em aperfeiçoamento terrestre, conseguimos alterar ou manobrar as energias e os seres inferiores do orbe; não obstante, sustentados pelo Divino Apoio, nas lides educativas que nos são necessárias, ainda estamos longe de realizar o aprimoramento moral, dominando imperfeições, por conta da nossa indiferença em querer desenvolver os sentimentos e ações nobres. O professor ensina, mas o aluno é que deve realizar-se. Os Espíritos Superiores nos amparam e esclarecem, no entanto, é determinação da Lei que cada um responda pelo próprio destino.

Meditemos sobre isso, valorizando as oportunidades que nos são oferecidas. Por muito alta que seja a quota de trabalho corretivo que trazemos de outras existências, possuímos determinadas sobras de tempo, para consagrar-nos ao serviço do bem e ao estudo iluminativo, quando quisermos, como quisermos, onde quisermos, melhorando-nos sempre, na única reforma que se faz necessária que é a reforma moral do ser humano, a qual consiste em substituir o orgulho pela humildade e o egoísmo pela fraternidade. Esta reforma será sempre mais consistente quanto mais convicto estiver o ser humano da sua imortalidade. Com a reforma moral constrói-se uma paz duradoura, evita-se o desentendimento entre pessoas e as guerras entre as nações; elimina-se a miséria a ignorância e as angústias do ser humano.

O Mestre Amado se coloca ao nosso lado como intermediário entre nossas fraquezas e a Divina Providência, assim como temos muitos irmãos mais evoluídos entre nós e Jesus, formando uma corrente a estender-se pelo infinito, sob a luz bendita do Criador. Busquemos, então, na prática do Evangelho, a nossa própria sublimação, aprendendo e amando na Escola do Mundo, onde as criaturas se renovam constantemente, na caminhada como seguidores do Mestre, em direção à Divina Luz.

Muitas pessoas ao ouvirem se falar em reforma, pensam logo em reforma de casa, para melhorá-la na sua aparência, ou então na reforma do carro, geladeira, etc.  Como ainda estão muito ligadas a existência terrena, e geralmente só se preocupam com ela, sempre que podem promovem reformas para melhorar as condições do seu viver. E, para isso, passam a trabalhar mais, fazem economia, se privam de algumas necessidades, fazem dívidas, tudo no sentido de melhorarem o seu conforto. Isso é louvável, até certo ponto, pois devemos fazer o possível para melhorar nossa condição aqui na Terra. Entretanto, é muito mais importante fazermos a nossa melhora íntima, a fim de que, quando chegar a nossa hora de partir, possamos chegar à espiritualidade em situação melhor, pois esta é a destinação, sempre continuada em cada existência terrena, na evolução da nossa verdadeira vida eterna...

Fazer a nossa reforma íntima é a condição pela qual nos afastamos dos resgates e dos sofrimentos, e a nossa melhora virá pela modificação das nossas ações, atitudes, palavras e pensamentos. Reforma essa que significa evangelizar nossas atitudes para com a Natureza, os irmãos e os animais. “Faça a mudança que você quer ver no mundo”; com esta frase Mahatma Gandhi mostra como a transformação espiritual do comportamento e do pensamento do ser humano ajudam a reduzir o impacto das desavenças nas relações humanas.

Imaginemos que estamos doentes. Apesar do tratamento médico, a doença continua. Alguém nos diz: “Faça pensamentos positivos, pois a mente positiva cura, liberando energias poderosas”. Nós então tentamos o pensamento positivo, mas a melhora não vem. Algo, com certeza, está dando errado.  O livro “A Biologia da Crença” ensina-nos que nossa mente consciente é capaz de gerar pensamentos positivos; porém o nosso inconsciente armazenou a programação a que foi submetido no decorrer do tempo. Essa nossa mente inconsciente é muito mais forte que nossa mente consciente, e quando as duas entram em conflito, a mente inconsciente quase sempre vence.  Se alguém, portanto, nos diz que podemos nos curar da doença com pensamento positivo, mas nosso inconsciente, desde que éramos criança armazenou estímulos negativos e como as células do nosso organismo respondem aos estímulos acumulados, estes se manifestam nas células do corpo, podendo ocorrer então tanto a doença física como a mental. O nosso organismo ficará sob a atuação das energias desequilibradas e com esses estímulos negativos não podemos nos curar. Outros fatores como o nervosismo, a pressa, a ansiedade, a depressão, são também ingredientes que concorrem para o mal. Surgirão os efeitos negativos no dia a dia, fazendo as pessoas agressivas, irritadas, neuróticas, sofrendo problemas de pele, gripes e outros desequilíbrios físicos.

Não nos esqueçamos de que entram em ação também as forças invisíveis em nossas existências; ação essa que pode ser positiva ou negativa dos seres espirituais sobre nós.  Assim, se vivemos de maneira desaconselhável, negativa, atrairemos as vibrações de espíritos idênticos a nós. O contrário ocorre também se vivemos de maneira adequada. Essa é a chamada “Lei da atração, da afinidade”, que rege o Universo do qual fazemos parte. A título de exemplo, citamos o caso de alguém que alimenta a vingança. Com esse pensamento (estímulo) atrairá espíritos que costumam se deleitar com a maldade e vão influenciá-lo e ajudá-lo a cometer esse ato. Pessoas que, ao contrário, fazem o bem, irradiando bondade, atrairão espíritos bondosos possuidores de energias saudáveis que podem ajudar nas doenças e dificuldades. Aprendamos a mudar nosso inconsciente e nosso consciente será vencedor. Como fazer isso já sabemos por que ficaram bem explicitadas as situações benéficas ou maléficas das situações.

Jesus nos recomendou que procurássemos ser perfeito tal qual o Pai. Essa perfeição a que Jesus se referia, não é uma perfeição absoluta, pois esta é atributo somente de Deus, mas uma perfeição relativa. Significa que devemos fazer tudo o que nos cabe fazer, e da melhor forma possível para nosso próprio bem estar.  Não deixarmos nada sem fazer ou fazer as coisas pela metade, por causa da nossa impaciência ou por não sermos perseverantes. Têm-se o dever de fazer, então façamos as nossas obrigações e também as boas ações, da melhor maneira que sabemos fazer. Assim fazendo, temos a certeza de que melhor não saberíamos fazer... É isso que Jesus nos recomendou, quando disse para sermos perfeitos como o Pai Celestial o é. Que o Senhor nos ajude em nossos pensamentos, palavras a atos.

Bibliografia
“O Evangelho de Jesus”
Livro “A Biologia da Crença”

Jc.
S.Luis, 21/6/1997
Refeito em 30/7/2017

A CRENÇA E A FÉ




  Alguém nos pergunta se existe diferença entre a crença e a fé, e em que livro existe algo sobre o assunto. Há enorme diferença entre a crença e a fé.
No livro “O Consolador”, obra mediúnica psicografada por Chico Xavier, o Espírito de Emmanuel diz que crença diz respeito a crer. Diferente da simples crença, a fé desperta todos os sentimentos nobres que encaminham o ser humano para o bem e, como tal, é á base da regeneração. Idêntico  ensinamento encontramos no cap. VII da 2ª parte do livro “O Céu e o Inferno”, no qual o guia da médium diz que a crença é o primeiro passo; a fé vem em seguida e, por último, a transformação, mas para isso é preciso que muitos tenham se melhorado e se elevado no mundo espiritual.
É possível comunicar a fé a alguém por meio de imposição? Segundo Allan Kardec, a fé não se impõe nem se prescreve, mas pode ser adquirida, não existindo ninguém  que esteja isento de possuí-la. Para crer e ter fé, porém, é preciso compreender que a fé cega, já não tem lugar em nosso mundo. Sobre a fé, Emmanuel apresenta-nos também, na obra citada, as seguintes considerações: “Ter fé é guardar no coração a luminosa certeza em Deus, fazendo o coração repousar numa energia constante da realização divina.” Conseguir a fé é alcançar a certeza de não mais dizer “eu creio”, mas afirmar “eu sei”, com todos os valores da razão tocados pela luz do sentimento. Traduzindo a certeza na assistência de Deus, ela exprime a confiança que sabe enfrentar todos os problemas e lutas, com a luz divina no coração, e significa a humildade no íntimo do espírito, a disposição do “faça-se no humilde filho a vontade do Senhor”.
As implicações da espiritualidade na saúde vêm sendo, cientificamente, avaliadas e documentadas em centenas de artigos acadêmicos, demonstrando sua relação com vários aspectos da saúde física e mental.   Há crescentes evidências sobre a relação entre a espiritualidade e a saúde física. Contudo,  por essas evidências ainda não serem robustas se constituem apenas em promissor campo de investigação. É, sem dúvida, um campo de pesquisa com enorme potencial. As investigações demonstram que doentes espiritualizados  e com fé, lidam melhor com os problemas e recuperam-se mais rapidamente e apresentam menos ansiedade do que aqueles que lidam com emoções negativas, descrentes e materialistas.
Atualmente, muitos médicos percebem que os doentes, apoiados em algum tipo de fé religiosa e que mantêm a esperança na sua recuperação, apresentam melhoras. A imprensa tem noticiado que médicos e instituições hospitalares do mundo, atualmente, já incluem nas suas rotinas, de maneira sistemática e definitiva, a prática de estimular os pacientes quanto a fortalecer a esperança, o otimismo e a fé, como recursos indispensáveis no combate às doenças. Esses procedimentos funcionam como remédios para a alma, com repercussões benéficas para o corpo físico, sobretudo no tratamento das doenças graves do enfermo. Isso  tem  sido observado  em  centros  de  tratamento  de doenças graves como câncer e patologias que exigem do enfermo uma forte fé na sua recuperação.
Independentemente dos agentes causadores da doença, a estimulação dos valores espirituais se coloca em uma posição bastante conveniente: não apenas demonstra a divisão de responsabilidade com a medicina moderna, mas sinaliza intervir onde esta se revela impotente. Nesse sentido, como é importante o estímulo da fé e da oração nos hospitais. A oração é uma prática milenar de diversas e distintas religiões, associadas ao bem-estar, promoção de saúde e espiritualidade. “A espiritualidade não vem suplantar a medicina  e os médicos; vem simplesmente provar que há coisas que eles não sabem e os convidar para estudá-las; que existem recursos na natureza que eles ignoram, que o elemento espiritual que eles desconhecem, não é uma quimera, e que, quando eles levarem em conta, abrirão novos horizontes à ciência e terão mais êxitos do que agora.”
A fé e a oração atuam sobre as pessoas, influenciando o sistema imunológico, segundo estudos pioneiros realizados no ano de 1988, no Hospital Geral de São Francisco, na Califórnia. Nesse hospital “foi possível comprovar que os pacientes que receberam orações apresentaram significativas melhoras, disso resultando a necessidade de menor quantidade de medicamentos.”
Para nós, espíritas, ela se reveste de características especiais, pois “a par da medicação ordinária, elaborada pela Ciência, o magnetismo nos dá a conhecer o poder da ação fluídica, e a Doutrina dos Espíritos nos revela outra força poderosa na mediunidade curadora e a influência da oração.” Mas uma coisa é clara, a oração não pode mudar a natureza das provas pelas quais o ser humano tem que passar, ou até mesmo, desviar-lhe seu curso, isto por que elas estão nas ordenações de Deus.
Há provas que o ser humano deve suportar até o fim de seus dias, para resgatar dívidas, mas Deus leva sempre em conta a resignação e possa até abreviá-las. A fé e a oração são um bálsamo reconfortante para a nossa alma enfermiça, pois nos faz suportar as vicissitudes. Tem, assim, a oração o dom de nos dar forças para suportarmos os problemas e nos colocar em posição de vencermos o que nos pareciam impossíveis.
O pensamento de fé e a oração se torna um dínamo condutor da existência física para a vida espiritual, que nos permite sempre estabelecer um contato com os espíritos que participam das atividades curadoras. Ao mesmo tempo em que nos permite tudo isso, ele também poderá nos ligar a espíritos cuja presença seja prejudicial ao ato de curar. Todas as moedas possuem dois lados assim como as leis da natureza são estradas de mão dupla. A nossa mente que é uma fonte de energia pode ajudar a nos curar ou a nos destruir...
A importância da fé em nossa vida foi destacada, entre outros, por Jesus de Nazaré, quando disse: “Tudo é possível àquele que tem fé” – Marcos, 9:23.

Fontes:
Jornal “O Imortal”- 9/2017
Astolfo de Oliveira Filho
Jorge Hessen
Evangelho de Jesus
O Consolador – O Céu e o Inferno
+ pequenas modificações

Jc.
São Luís, 25/9/2017

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

AMIGOS E AMIGAS DO BRASIL




  Desejo a todos, paz, harmonia e saúde, extensivos aos seus entes queridos em 2018. Inicialmente declaro que nunca fui e não sou candidato a qualquer cargo político,  porque com a minha idade 87 anos, acho que já não é mais possível e não sou muito chegado à política brasileira, na sua grande maioria, constituída de políticos que nunca mereceram o meu voto.
Já vinha acompanhando há algum tempo as atividades do senador Álvaro Dias, e ao tomar conhecimento do seu discurso no plenário do Senado Federal, no dia 11/12/2107, discorrendo sobre o tema da Previdência Social e outros assuntos,  e ele declarando-se como candidato a Presidência do Brasil, pelo partido “Pode”, informei ao Senador, que votarei na sua candidatura, e por considerá-lo a única pessoa política, com reais possibilidades de melhorar este nosso tão sofrido país, estou publicando no meu blog  http://ortsac13.blogspot.com .
Por esse motivo, estou convidando os meus seguidores, leitores do meu blog, irmã/irmãos e amigas/amigos, a conhecerem esse candidato e tirar suas conclusões, esperando que sejam favoráveis e que possam ajudá-lo com seus votos. Lembro a todos que não sou cabo eleitoral desse candidato nem estou recebendo nada para promovê-lo, nem ele me conhece. O que me leva a esse propósito é apenas o desejo de ver alguém realmente capacitado a exercer esse mandato, pensando no bem estar do povo e da nossa nação brasileira, tão aviltada e desmoralizada junto ás outras nações do mundo.
Sobre o fato do candidato, ser apresentado por um partido pequeno, isso não pode ser levado em consideração, uma vez que depende apenas do voto da maioria do povo que acredita ser ele digno do mandato, como já aconteceu anteriormente, quando em 1961, o PTN, um partido nanico, elegeu Jânio Quadros presidente,  e outro partido pequeno elegeu também o presidente do Brasil,  o senhor Color de Melo. Portanto, dia 7 de outubro ou outra data que for definida, lembrem-se desse nome: Álvaro Dias para presidente do Brasil.  Mais informações sobre o candidato, acessem  alvarodias@senador.leg.br  Esta declaração é feita com a consciência tranquila e desejo apenas que o Brasil venha a ser um país de “Ordem e Progresso”.
Jurandy Castro
São Luís, 27/12/2017.

NOVO ANO, MUDANÇAS NECESSÁRIAS




  De todos os rincões da Terra, elevam-se à Espiritualidade, pedidos de mais paz e felicidade; felicidade essa, para alguns, representada pelo ganho fácil, pelos bens amoedados, pela fartura de recursos, pelos bens adquiridos e pela posição de destaque... Felicidade essa, passageira e ilusória, pois na verdade não somos donos de nada, visto que nada trouxemos quando chegamos ao mundo e dele nada levaremos, a não ser o mérito ou o demérito das nossas ações praticadas durante a nossa existência.
De diversas partes do mundo, elevam-se também os gemidos das almas desanimadas, famintas, sofredoras e descrentes. Foi-se mais um ano de alegria, paz, harmonia e fraternidade, mas também de muita infelicidade, flagelos, doenças, violências, crueldades, assassinatos, fruto da indiferença e da ignorância de muitas pessoas que se fecham em si mesmas, isolando-se da luz, da fraternidade e do amor, em opção deliberada pela negação, pelo pessimismo, pela insensatez e pelo egoísmo.
Entretanto, novas esperanças e novos projetos, novas expectativas de um mundo melhor, animam muitas outras pessoas que ainda possuem fé, praticam a fraternidade e acreditam na Providência Divina, que rege todos os fatos.
Novo ano, um tempo ainda não passado; talvez símbolo de novas realizações construtivas. Tempo de história ainda não escrita, que só a nós, caberá determinar, se um tempo de harmonia ou de discórdia, de conquistas passageiras ou de reais aquisições; tempo de lutas ou de paz.
Reflitamos neste início de novo ano, o que faremos do tesouro das horas, dias e meses que nos será confiado. Fechemos o livro de páginas tristes, de lutas inglórias e dos tormentos mentais do passado, e fitemos com esperança e confiança o futuro e as páginas brancas de um novo tempo, onde poderemos escrever uma história de paz verdadeira, de amor fraterno, de real felicidade, que nos dignifique a existência, enobrecendo o nosso próprio viver e a nossa consciência, que nos fará prosseguir na nossa evolução espiritual.
Para isso, eliminemos do nosso pensamento e coração, quimeras e sonhos voltados exclusivamente para as conquistas de bens terrenos, no imediatismo do hoje ter e de querer agora. Lancemos o nosso olhar para o alto, nos dispondo à conquista paciente, nas lutas de cada dia, na Paz por tesouro inalienável, trabalhando com amor e fraternidade, sem esmorecimento, para que a Luz do Mestre Amado nos alcance e transforme o nosso tempo de labor, na direção do Reino de Deus.
Que o Novo Ano, nos traga a Paz, a Saúde, a Harmonia, a Fraternidade e o Amor... São as súplicas que fazemos em nossas orações ao Pai de Infinita Bondade e que desejamos para todos. . .
                                                    Jurandy  Castro e família
NOVO ANO
No livro “Boa Nova”, psicografado por Chico Xavier, o Espírito de Humberto de Campos comenta que Jesus passou por Jerusalém, antes do início das suas pregações. Aproximou-se dele o sacerdote Hanã e passou a inquiri-lo e, ao ser informado sobre o desejo de Jesus de implantar um reino de amor na Terra, passou ele a ironizá-lo, por não contar com o apoio dos poderosos. Hanã então lhe perguntou se ele já havia visto alguma estátua perfeita modelada em fragmentos de lama. Jesus então lhe respondeu que nenhum mármore existe mais puro e mais formoso que o sentimento. . .
Todo final de ano é quase sempre igual, na esperança de dias melhores que virão; uma mudança no tempo, ao toque da meia-noite tudo parece mudar para melhor; explodem os fogos, abraços são dados, num toque mágico, tudo mudou de um dia para o outro. Mas o que mudou? Situações extremas nos cercam. Riqueza de um lado, miséria do outro. Opulência e pobreza, obesidade e desnutrição, alegria e tristeza, guerra e paz e sofrimentos para muitos. Onde está a mudança que desejamos com tanto fervor?
Sonhamos com o oposto da miséria, da pobreza, da violência e da guerra, Desejamos o respeito, a paz, a fraternidade, com as pessoas entrelaçadas pela tolerância e o amor. Isso, no entanto, como é natural, não se faz a um toque de relógio, nem em um dia.  É um processo trabalhoso e vagaroso, no tempo, um processo que se alcança com a maturidade. Para esse mundo que sonhamos externamente, é necessário que o interior das pessoas se transforme. É necessário que usemos o mais puro mármore que é o sentimento. É preciso buscar sempre o conhecimento que se puder e trabalhar o sentimento. É para os ensinos de Jesus que devemos nos voltar para a modificação de nossos sentimentos que precisamos para nos tornarmos mais afáveis, dóceis e fraternos.
O novo ano nos chega como sempre. Será apenas mais um modificar de ponteiros do tempo, ou o modificador de nossos sentimentos nesse tempo? Meditemos... Para um mundo melhor é preciso que sejamos melhores. Não é fácil esse processo, mas Jesus bem o disse, quando asseverou que, com boa vontade tudo é possível.
Aproveitemos então o tempo, pois vemos que ele sempre passa e a nossa existência na Terra é breve. Façamos o melhor ao nosso alcance, edificando o reino de Deus em nossa mente e em nosso coração.

Editorial do jornal “O Imortal” – 01/2014
+ Pequenas modificações.

Jc.
São Luís, 27/12/2017

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

A MAGIA DO NATAL




  Dentre as muitas tradições da Humanidade, em todas as épocas, comemoramos o Natal, em que festejamos o nascimento de Jesus.

Há dois mil anos atrás, na Judéia, na Palestina, na Galileia, e em outros lugares próximos, não se falava de outra coisa que não fosse à vinda do Messias, o Salvador da Humanidade. Por isso, judeus descendentes das doze tribos, preparavam-lhe oferendas para recebê-lo. As profecias eram lidas e comentadas, e, preparados com devotamento, tecidos, tapetes; perfumes raros eram trazidos de outros lugares. Palácios eram reconstruídos, pomares eram cuidados e animais eram tratados para serem sacrificados no grande banquete.

O Enviado Celeste desce ao mundo na pequenina cidade de Belém e pequena manjedoura serve-lhe de berço. Nem príncipes, nem doutores, nem sábios nem os grandes lhe assistem a chegada. Apenas humildes pastores em peles surradas, camponeses simples e pobres mulheres se achegam a Ele. Por terem os pastores, visto a estrela que os guiou e ouvindo as vozes do Céu que diziam: “Glórias a Deus nas alturas, paz na Terra, boa vontade entre os homens”, eles se achegaram até a manjedoura.  Jesus, com o povo inicia uma nova era de progresso... Mateus, em seu Evangelho, diz que tendo nascido o Messias, guiados pela estrela vieram do Oriente três magos para adorá-lo e o presentearam com Ouro, Incenso (resina perfumada que se queima) e Mirra (resina perfumada medicinal).

Avancemos até o século IV (400 anos depois). O Imperador Constantino, ao ter a visão de uma cruz e a inscrição: “In Hoc Signus Vinci”, e ao colocar a cruz e a inscrição em seu estandarte, vence o exército inimigo. Julgando que Jesus o ajudara, resolve adotar a crença cristã como mais uma religião oficial, onde o culto aos deuses do Olimpo continuavam, sendo Júpiter o deus dos deuses, seguido de Hermes, Ceres, Afrodite e outros deuses menores...

Avancemos mais um pouco até o século VI (600 anos depois). Nesse tempo o papa Gregório decide que Jesus deveria ter uma data para comemoração de seu nascimento. Mas, que dia seria esse?  Ninguém sabia!  - Alguns diziam que Jesus nascera no ano 750 depois da Fundação de Roma; outros afirmavam que tinha sido na época do recenseamento, porém não sabiam precisar. Muitas outras datas foram citadas e eram todas contraditórias. O que fazer? O papa Gregório então decide: O nascimento de Jesus seria na data em que na Europa e no Oriente, se comemorava a entrada do inverno que se iniciava em 22 de dezembro. Como em Roma era realizada no dia 25 de dezembro, a procissão ao deus Júpiter, que durava vários dias ficando o povo a comer e beber, louvando o deus Júpiter, o papa decidiu então que nessa data também fosse comemorado o nascimento de Jesus, para agradar aos romanos pagãos e aos cristãos.

Eis porque o Natal de hoje, para muitas pessoas que se dizem “cristãos”, continua sendo uma festa pagã, em que as barrigas se enchem de comidas e de bebidas alcoólicas, trocam-se votos de felicidade e presentes, mas o aniversariante que é Jesus fica esquecido, porque na verdade, para muitos, a festa não é de sentimento e agradecimento pela sua vinda de Jesus a Terra, mas apenas uma versão atualizada da festa dos romanos, apresentando ainda a figura grotesca do papai noel criada para promover o consumismo e enganar as crianças fazendo-as esquecer Jesus, o benfeitor da Humanidade.

Avancemos agora até o século XII (1200 anos), na mesma Itália na comunidade de Lácio.  Francisco havia completado 42 anos, mas parecia ter muito mais idade. Sua existência de sacrifícios, privações e dificuldades, voltada para os seus semelhantes, havia deixado marcas em seu rosto e dores pelo corpo. Seu Espírito, entretanto, tinha um desejo e sua preocupação naqueles dias era como aproximar-se das pessoas que não saiam de suas casas em virtude do frio, e passavam o Natal sem uma noção clara do seu significado. Eram pessoas simples que preferiam não se esforçar para entender a sua fé. Seus companheiros, frades, estavam sempre em andanças pela região, sempre procurando levar o Evangelho de Jesus aos camponeses, em virtude das distorções que os teológicos medievais haviam disseminados. Lembrava Francisco de seus primeiros Natais; seu pai trazendo presentes caros e farta comida, parecendo não se lembrarem de que a festa celebrava o nascimento de Jesus! Sua memória lhe trazia as imagens descritas pela mãe e, passados tantos anos, continuava a lembrar de cada personagem do estábulo onde nascera Jesus, que havia gravado na sua imaginação infantil.  

De repente, o passado e o presente se uniram e Francisco vislumbrou a resposta para a questão de como se aproximar das pessoas. Eufórico, chamou seu companheiro, Frei Leão e, repetindo cada palavra materna, foi descrevendo ao amigo a cena do nascimento de Jesus. Era isso que precisava: criar uma imagem que reproduzisse o nascimento de Jesus. Todos, enfim, poderiam entender a posição de Jesus, o desvelo de Maria, a proteção de José, os Magos, a presença dos pastores, dos animais, e que ficariam à mostra, o tempo necessário para os fieis. Frei Leão disse a Francisco que não sabia onde encontrar esses bonecos. Chamado Frei Gil, este disse que não daria certo e foi deitar. Frei Leão, cansado, despediu-se de Francisco e também foi embora.

Mas Francisco de Assis ficou pensando em sua idéia e, de repente, foi como se tivesse sido transportado até onde estava sua mãe. Maria Picallini olhava para ele e contava a história do nascimento de Jesus. Na medida em que ela descrevia um personagem, ele modelava a figura em argila... Assim ele foi criando várias figuras representadas no Natal. Ao amanhecer, Francisco tinha diante de si o mais expressivo painel pedagógico já criado, para enaltecer o nascimento do Mestre Amado. Ali estavam todos os personagens que compunham a mística histórica, e não havia dúvidas, toda a população do Lácio iria ficar enternecida e entender o espírito do Natal.

Os frades, quando vieram dar a saudação matinal a Francisco, ficaram admirados com aquele painel tridimensional e Frei Leão, chamou a representação de “presépio”, lembrando a língua materna de Jesus. O povo, no serviço religioso foi convidado para ir até o local onde o painel estava montado. Foi um sucesso, os frades se revezavam explicando o significado da vinda de Jesus, aos diferentes grupos convidados que silenciosos e atentos estavam emocionados. ... Era o ano de 1223, e Francisco não ficaria muito mais tempo na existência terrena. Se ele não fosse lembrado na história do Cristianismo, por sua grande contribuição na construção do amor entre os seres humanos, teria seu lugar garantido na lembrança de todos, pelo único momento, naquela época de tanta ignorância, em que Jesus verdadeiramente havia nascido, trazendo sua mensagem de simplicidade, humildade e amor. . .

Assim, devemos fazer uma reformulação nas comemorações do nosso Natal. De forma alguma devemos imitar as comemorações pagãs voltadas somente para os comes e bebes e as trocas de presentes, se nos consideramos realmente cristãos. A nossa comemoração deve ser uma festa de sentimento, de fraternidade, de amor para com nossos semelhantes, tanto nas nossas reuniões, como em família; troquemos votos de paz, felicidade, porém não nos esqueçamos de elevar nossas preces a Deus e a Jesus, pedindo que nos ajude e aos nossos irmãos, nas nossas imperfeições e nos auxilie no nosso desejo de evolução espiritual. Devemos repartir com nosso irmão ou irmã necessitada, nossa alegria, nossa esperança, nossa amizade e também um pouco do nosso pão. Com essa atitude, o Natal do Mestre Amado estará sendo sempre lembrado em todos os dias da nossa existência. . .

NATAL TODO  DIA
Um clima de sonho se espalha no ar,         
Pessoas se olham com brilho no olhar,      
A gente já sente chegando o Natal,              
É tempo de Amor, todo mundo é igual!       

Os velhos amigos, irão se abraçar,
E os desconhecidos, irão se falar,
E quem for criança, vai olhar ao léu,
Fazendo um pedido do Papai do Céu.

Se a gente é capaz de espalhar a alegria,  
Se a gente é capaz de toda essa magia,     
Eu tenho certeza que a gente podia,            
Fazer com que fosse Natal todo dia...          

Um jeito mais manso de ser e falar,                 
Mais calma, mais tempo pra gente se dar,      
Me diz por que só no Natal é assim?              
Que bom se ele nunca tivesse mais fim...       

Se a gente é capaz de espalhar alegria,
Se a gente é capaz de toda essa magia,
Eu tenho certeza de que a gente podia,
Fazer com que fosse Natal todo dia...

Que o Natal comece no seu coração,
Que seja pra todos sem distinção,
Um sorriso, um abraço, o que assim for,
O melhor presente é sempre o Amor!...

Se a gente é capaz de espalhar a alegria,      
Se a gente é capaz de toda essa magia,        
Eu tenho certeza que a gente podia,           
Fazer com que fosse Natal todo dia...          

Fazer com que fosse... Natal todo dia!...   

========================                  
        Fonte:  Messenger - Internet                          
Produzido por João Vitor                             
Letra e música (Roupa Nova)                      
Escolhidas por Barbara Rayssa.                           


Desejando saber como adultos e crianças pensam sobre essa festividade, façamos uma pesquisa sobre o que representa as comemorações do Natal:

Que nome tomou o Messias, aqui na Terra? 
Em que cidade Ele nasceu?
Quem eram os seus pais? 
Pessoas importantes lhe visitaram;  Quem?
Em que palácio Ele nasceu?  
O que ouviram do Céu, os pastores?  -   
Por que nos reunimos hoje?  
Como devemos comemorar o Natal?

Muitas delas com certeza não saberão responder, ou dirão que o aniversariante é “papai noel”, o símbolo criado para o comércio e o consumismo das coisas.

Eu, seguindo a tradição da minha querida mãe, monto todos os anos, um “presépio” em nosso lar, como uma singela homenagem ao Espírito mais perfeito que veio a Terra, nos trazer uma mensagem de humildade, fraternidade, caridade e amor... Finalizando este artigo, desejo um FELIZ NATAL com muita Paz, Harmonia e Saúde para todos os meus irmãos e irmãs em Humanidade, e seus entes queridos, e que o NOVO ANO lhes possam trazer bênçãos de realizações positivas...

Fonte:
Boletim do “SEI”
+ Acréscimos diversos

Jc.
São Luís, 6/12/2010
Atualizado em 20/12/2017

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

MUITOS CONQUISTADORES VIERAM AO MUNDO




  Desde as eras da selvageria primitiva, muitos foram os conquistadores que apareceram no mundo. Muitos deles, postados em soberbos carros de triunfo, exibiram troféus sangrentos e foram recebidos com aplausos ruidosos. Sorridentes e felizes aceitaram as ovações do povo e foram exaltados pelas vitórias,  deixando um rastro de misérias, lágrimas e mortes nos campos de batalhas.  Ainda hoje, os conquistadores, magnânimos com os amigos e cruéis para com os adversários, espalhando condecorações e sentenças condenatórias, são julgados pelas mesmas vozes que lhes cantavam louvores.
Dario, rei dos persas, impôs terríveis sofrimentos à Índia, a Trácia e à Macedônia, conhecendo depois, a amargura e a derrota, à frente dos gregos. Alexandro Magno, admirado na história do mundo, em plena mocidade, infligiu grandes padecimentos aos lares gregos, egípcios e persas; entretanto, apesar das glórias bélicas, rendeu-se à doença que lhe imobilizou o corpo em Babilônia. Aníbal, o grande guerreiro, espalhou o terror entre os romanos; contudo, foi vencido por Cipião e transformou-se num foragido, tendo se suicidado num terrível complexo de vaidade e loucura. Júlio César, o general romano, submeteu a Gália, e, governando Roma como magnífico triunfador, foi vítima do punhal de Brutus, seu protegido, assassinando-o em pleno Senado. Napoleão Bonaparte sagrou-se imperador da França, vencedor de grandes batalhas, e afinal, deposto, morre numa ilha apagada, na vastidão do mar. Adolfo Hitler, após ordenar a tortura e a morte de milhões de pessoas, em virtude de sua megalomania de poder mundial e raça pura, é morto em seu bunker em Berlim.
Todos eles, dominadores e tiranos, passaram no mundo, entre as púrpuras do poder, a caminho dos desencantos da morte. Em verdade, deixaram algum bem utilizado pela civilização, entretanto, os lares desertos, as lágrimas das mães, as aflições da orfandade, a destruição dos campos e o horror das mortes, acompanha-os por toda parte, destacando-os como execráveis conquistadores. . .  
Um só conquistador houve no mundo, diferente de todos os outros, pela singularidade de sua missão entre as criaturas. Desde o seu nascimento, conquistou com o seu infinito amor ás pessoas, e desde esse dia Jesus, o conquistador diferente, começou o serviço sublime da edificação espiritual, em bases de fraternidade, justiça e amor, acima da sombria animalidade, da maldade, do egoísmo e da aparente morte.
Não possuía legiões armadas, nem poderes políticos, nem tronos ou mantos de gala. Nunca expediu ordens a soldados, nem deu ordens de dominação.  Jamais humilhou ou feriu alguém. Cercou-se de cooperadores aos quais Ele chamava de irmãos. Dignificou a existência, abençoou as crianças, libertou os oprimidos, consolou os tristes e sofredores, curou os cegos, leprosos e paralíticos. E, por fim, aceitou com humildade e resignação, acusações, para que ninguém as sofresse; submeteu-se à prisão, conheceu o abandono dos que amava, recebeu sem revolta, insultos, ironias e bofetadas, foi coroado com espinhos, e obrigado a carregar a cruz em que foi imolado, como se fosse um ladrão.
Estamos revivendo hoje, embora simbolicamente, esse nascimento, ouvindo as vozes angelicais: “Glória a Deus nas Alturas, Paz na Terra e Boa Vontade para com os homens!” Ele veio e nunca mais se apartou de nós. Nas nossas comemorações, não devemos imitar os pagãos, voltadas somente para comes e bebes, se realmente nos consideramos cristãos. Façamos do Natal uma festa de sentimento, da alma, do espírito, de união, nos confraternizando com os familiares, sem esquecer as preces a Jesus e a Deus, pedindo que nos ajude na presente existência e nas nossas imperfeições.
Recordando que Jesus em sua missão elegeu por primeiros amigos, aqueles que nada possuíam, devemos imitá-lo repartindo com nosso irmão necessitado, a nossa alegria, nossa esperança, nossa amizade e um pouco do nosso pão de cada dia. Com essas atitudes, aprendemos que o Espírito do Natal, deve estar conosco, em todos os dias de nossa existência.
Devemos fazer do período do Natal, um momento de paz, de fraternidade com as pessoas para as quais Ele veio ao mundo. Hoje, quando novamente a violência e o crime se dão as mãos, a dor e o desespero explodem em todo lugar, devemos relembrar Jesus, trazendo-O de volta aos que ainda não O conhecem. Que o Natal possa ser para você, meu irmão e para todos os seus entes queridos, de muita Paz, Harmonia e Saúde. . .
Quando Deus abriu a janela do Céu e me viu, perguntou: - “Qual o teu desejo, filho?”  Eu respondi: “Senhor, por favor, cuide bem da pessoa que está lendo esta mensagem, pois ela é minha irmã e meu irmão e também parte da Sua  criação...”

Bibliografia:
Irmão X
Revista “Resenha Espírita” Nº 4/2012
Alguns acréscimos e modificações.

Jc.
S. Luís,  20/12/2017


terça-feira, 12 de dezembro de 2017

MEUS AMIGOS E AMIGAS





  Desejo a todos, paz, harmonia e saúde, extensivos aos seus entes queridos.
Inicialmente declaro que nunca fui e não sou candidato a qualquer cargo político, mesmo porque, com a minha idade 87 anos, acho que já não é mais possível e não sou muito chegado à política brasileira, na sua grande maioria, constituída de políticos que nunca mereceram o meu voto.
Já vinha acompanhando há algum tempo as atividades do senador Álvaro Dias, e ao tomar conhecimento do seu discurso no plenário do Senado Federal, no dia 11/12/2107, discorrendo sobre o tema da Previdência Social e outros assuntos, declarando-se como candidato a Presidência do Brasil, pelo partido “Pode”, confirmei e declarei ao Senador, que votarei na sua candidatura, e vou me empenhar em divulgá-la no meu blog  http://ortsac13.blogspot.com  , por considerá-lo a única pessoa política, com reais possibilidades de melhorar este nosso tão sofrido país.
Por esse motivo, estou convidando os meus seguidores, leitores do meu blog, irmã/irmãos e amigas/amigos, a conhecerem esse candidato e tirar suas conclusões, esperando que sejam favoráveis e que possam ajudá-lo com seus votos. Lembro a todos que não sou cabo eleitoral desse candidato nem estou recebendo nada para promovê-lo, nem ele me conhece. O que me leva a esse propósito é apenas o desejo de ver alguém realmente capacitado a exercer esse mandato, pensando no bem estar do povo e da nossa nação brasileira, tão aviltada e desmoralizada junto as outras nações do mundo.
Dia  7/10/2018 ou outra data que for estabelecida, lembrem-se desse nome: Álvaro Fernandes Dias, ou  Álvaro Dias  para presidente do Brasil.  Para maiores informações sobre esse candidato, acessem o “site”  alvarodias@senador.leg.br
Esta declaração é feita com a consciência tranquila e desejo  apena ajudar o Brasil e ser um país de “Ordem e Progresso”. 
Jurandy Castro
São Luís, 12/12/2017.