sexta-feira, 7 de junho de 2013

ALGUMAS SITUAÇÕES DA NOSSA EXISTÊNCIA




TUDO   PASSA
Certamente, você deve ter passado por dias difíceis, onde os passos, antes ligeiros, se fazem lentos, e onde o cenho pesado descreve as paisagens do coração. Nesses dias, tem-se a impressão de que o ar se mostra pesado e cortante, que o céu é menos azul e que o rizo e a espontaneidade desaparecem dos nós mesmos. São dias de desafios, que ocorrem com qualquer um dos nós, nos oferecendo o aprendizado e o entendimento que a existência é uma escola a oferecer inúmeras lições.
 Algumas vezes esses dias nascem das dificuldades financeiras, onde o dinheiro parece minguar, até mesmo para as contas mais básicas da manutenção da família. Doutra feita, os dias sombrios surgem lentamente, no dia-a-dia da convivência familiar, seja no filho difícil, a nos exigir amor incondicional, ou no cônjuge exigente, a nos reclamar paciência e compreensão. Não raro, são as pequenas tarefas comezinhas, que são qual picadas de agulha minando nossa disposição por bem conduzir a existência.
Conta-se que o Apóstolo da Caridade, Francisco Cândido Xavier, o nosso Chico Xavier, estava passando por uma fase muito difícil em sua existência. Os problemas familiares se avolumavam, a incompreensão alheia se mostrava intensa e isso tudo lhe enchia o coração de inquietações e dores. Um dia em que as dores se mostravam mais profundas, recorreu Chico Xavier ao seu mentor espiritual, Emmanuel, a fim de fazer-lhe uma solicitação. Rogou Chico, se Emmanuel poderia fazer um pedido; solicitar um conselho a Maria de Nazaré, a mãe de Jesus, que, com seu coração amoroso e materno, pudesse lhe dar um conselho em momento tão amargo da sua existência. Emmanuel lhe respondeu que iria encaminhar sua solicitação.
Passados alguns dias, retorna Emmanuel com a resposta de Maria, mãe de Jesus. Emmanuel diz a Chico: Maria manda lhe dizer o seguinte: “Tudo passa”. E o médium acolhe aquelas curtas palavras entendendo o seu significado. Afinal, tudo passa. Assim acontece conosco. As borrascas da existência são desafios para desenvolver as virtudes. Elas nos exigem ora a paciência, ora a compreensão, e outras vezes nos convidam a cultivar a fé. Todos esses desafios estão sob os olhos de Deus, que cuida de cada um de nós atentamente, sabendo quais as melhores lições para cada um dos Seus filhos.
Dores e tormentos são lições para a alma que, ao saber suportá-las, passa a compreender melhor as Leis de Deus, os desígnios da existência, amadurecendo seus valores. Por mais intensos sejam os desafios de hoje, amanhã estes mesmos se transformarão em lembranças na nossa mente. No momento da dificuldade, quando as dores parecem intensas, quando as forças parecem se esvair, e quando temos a certeza que iremos sucumbir, há que se  lembrar do conselho de Maria, mãe de Jesus: “Tudo passa”.
            O DESTINO ESTÁ ESCRITO?

Muitas pessoas acreditam que Deus determina tudo o que acontece em nossa existência. Segundo esse pensamento, seríamos apenas “robôs”, seres humanos sem vontade própria, executando ordens pré-determinadas, sem liberdade ou responsabilidade por nossos atos.
Em vista disso, necessário se faz algumas considerações:
1-    Se Deus fosse o responsável pelas inúmeras realidades que passamos neste mundo, Ele teria distribuído privilégios e sofrimentos, conforme lhe aprouvesse: riqueza e pobreza, saúde e doença, limitações físicas, lugares aprazíveis ou inóspitos, sendo tudo apenas resultado da Sua vontade;
2-    Se o desenrolar de nossas existências estivesse previamente escrito e determinado, não teríamos motivos para buscar a felicidade, praticar a caridade e o perdão, ou ter fé em si mesmo ou no futuro; afinal, nada poderia alterar nosso destino, já previsto e imposto por Deus;
3-    Se não pudéssemos escolher entre o certo e o errado, Deus também seria o determinador de todo o mal existente no mundo, incluindo   violências, assassinatos e guerras, estando ás pessoas isentas de responsabilidades por seus atos e sem necessidade de analisar ou melhorar suas atitudes.
Porém, se utilizarmos a lógica que embasa a fé raciocinada, é possível concluir que Deus, um Pai justo e bondoso, não criaria seres sem liberdade, sem responsabilidade, destinados ao sofrimento e ao mal. Assim sendo, somos responsáveis por nossos pensamentos, palavras e ações, que produzem consequências, conforme a causa geradora.
Cada Espírito foi criado por Deus, simples e em ignorância, sendo livre para escolher que caminho trilhar; enquanto uns escolhem “a porta larga” que traz sofrimentos e dores, outros optam pela “porta estreita” que leva ao bem. Mas sempre é possível mudar o rumo, escolher novamente, fazer novos planos, esforçar-se para concretizá-los, optar pela paz e o amor.
Pelo determinismo divino temos a nossa existência como Espíritos e a nossa destinação: a perfeição. Cada pessoa escolhe o caminho para chegar lá, pois é da vontade de Deus que utilizemos nosso livre-arbítrio, a fim de que tenhamos a responsabilidade por nossas escolhas e suas consequências, mas também o mérito da conquista da felicidade, destino certo de todos os filhos de Deus.
Não existe, portanto, destino pré-determinado, o que existe são situações infelizes criadas pelo Espírito em outras existências, cujo resgate se faz necessário para a sua evolução, conforme o determinismo divino exige.
            A PORTA MAIS LARGA DO MUNDO
Conta á história que um homem  um dia parou na frente de um bar, tirou do bolso um metro, mediu a porta e falou em voz alta: Dois metros de altura por um metro e oitenta centímetros de largura. Admirado, ele mediu-a de novo. Como se duvidasse das medidas que obteve, mediu-a pela terceira vez. E assim continuou a medi-la por várias vezes.
Curiosas, as pessoas que por ali passavam começaram a parar para observar. Primeiro um pequeno grupo, depois um grupo maior, por fim uma multidão. Voltando-se para os curiosos, o homem exclamou visivelmente impressionado: “parece mentira!” – Esta porta mede apenas dois metros de altura e um metro e oitenta centímetros de largura que, com as facilidades me proporcionou os prazeres do mundo, no entanto, por ela passou todo o meu dinheiro, meu carro, os meus móveis, minha casa e o pão de meus filhos. E não foram apenas os bens materiais, passaram também a minha saúde, passaram as esperanças da minha esposa, passou toda a felicidade do meu lar... Passou também a minha dignidade, a minha honra, os meus sonhos e meus planos...
Sim, senhores, todos os meus planos de construir uma família feliz, passaram por essa porta, dia após dia, gole por gole. Hoje eu não tenho mais nada... Nem família, nem saúde, nem esperança. Mas, quando passo pela frente desta porta, ainda ouço o chamado daquela que é a responsável pela minha desgraça... Ela ainda me chama insistentemente... “Só mais um trago! Uma dose apenas!” Ainda escuto a zombaria: “Você bebe socialmente, lembra-se?”
Sim, essa era a senha. Essa era a isca. Esse era o engodo. “Quando eu quiser, eu paro”. E mais uma vez eu caía na armadilha. Isso é o que muitas pessoas pensam e dizem. Eu comecei como todos, com apenas uma dose, mas hoje a bebida me domina por completo. Hoje eu sou um trapo humano... E a bebida, bem, a bebida continua a fazer suas vítimas. Por isso, senhores, eu lhes digo: Esta porta é a porta mais larga do mundo! Por esta porta, que pode ser chamada de porta do vício, de aparência ingênua, pode passar tudo o que se tem de mais caro na existência. Ela tem enganado as pessoas e infelicitado muitas famílias levando-as à ruina.
Hoje eu sei dos malefícios do álcool, mas muitas pessoas ainda não sabem. Ou, se sabem, fingem que não, para não admitir que estejam sob o jugo da bebida. E o que é pior, tem esse maldito veneno, destruidor de vidas, dentro do próprio lar, até à disposição dos nossos filhos. Se os senhores soubessem o inferno que é ter a existência destruída pelo vício, certamente passariam longe desta porta, e da bebida, e protegeriam sua família contra suas ameaças.
Visivelmente amargurado, aquele trapo humano afastou-se a passos lentos, deixando para as pessoas que o ouviam, motivos de profundas reflexões...
Fonte: Jornal “Seara Espírita”
              O  ESFORÇO  INDIVIDUAL
Você já pensou no valor do esforço individual? Uma demonstração desse valor foi realizada numa noite escura sem estrelas no céu, durante um comício no Coliseu de Los Angeles. Havia cerca de cem mil pessoas reunidas no local, quando o presidente avisou que todas as luzes seriam apagadas.  Disse ainda que, embora ficassem na mais completa escuridão não havia motivo para receios. Quando as luzes se apagaram e as trevas tomaram conta do ambiente, ele riscou um fósforo e perguntou à multidão: “Quem estiver vendo esta pequenina luz queira exclamar sim!”  Um vozerio ensurdecedor partiu da assistência. Todos percebiam aquela minúscula chama.
O silêncio se fez novamente e o presidente falou: “Assim também fulgura um ato de bondade num mundo de maldades!”. E ele insistindo em suas ideias, lançou um desafio: “Vejamos agora o que acontece se todos nós acendermos um palito de fósforo!”  No mesmo instante, quase cem mil minúsculas chamas banharam de luz a imensa arena, fruto da colaboração de quase cem mil indivíduos, cada um fazendo a parte que lhe tocava...  Essa foi á maneira singela que o presidente utilizou para despertar nas pessoas o valor do esforço pessoal. Geralmente, na busca de soluções para os problemas, imaginamos que somente grandes feitos poderão ter um resultado eficiente Quando olhamos uma imensa montanha, por exemplo, concluímos que muito trabalho foi preciso para que ela tomasse as dimensões que possui, mas nos esquecemos de que ela é formada de pequeninos grãos de areia.
Olhando o mundo sob esse ponto de vista, e fazendo a parte que nos cabe, em pouco tempo teríamos um mundo melhor. Mas se pensamos que somos incapazes de mudar o mundo, este vai permanecer como está por muito tempo. Todos nós temos valores íntimos a explorar. Temos as condições de contribuir com uma parcela para a melhoria do mundo em que vivemos. Como pudemos perceber um palito de fósforo aceso, é capaz de derrotar as trevas. Pode ser uma pequenina chama, mas a sua claridade é percebida à grande distância. Não importa a situação em que estamos colocados, sempre poderemos fazer algo de bom em benefício de alguém.
Cada ser humano é parte de uma engrenagem inteligente agindo no contexto da máquina social. E a máquina somente funcionará em harmonia e atingirá seus objetivos, se todas as peças cumprirem a parte que cabe a cada um.
Fonte:                                                                                                              http://www.otimismoemrede.com
   
 EXISTE UM ESPÍRITO DEVOTADO AO MAL?
Desde os tempos mais remotos, existe a  ideia  da  existência de  uma entidade 
voltada eternamente para o mal. Independente de sua origem, segundo essa visão, ele teria como única  e exclusiva missão desviar os seres humanos do caminho do bem, encaminhando-os para os vícios e as ações malévolas, aumentando assim o seu “staff do mal”.
Ao longo do tempo, ele recebeu inúmeras denominações e, ainda hoje, é utilizado por algumas doutrinas para amedrontar as inocentes vítimas, mantendo-as sob seus domínios através do medo. Entretanto, hoje,  grande parte da humanidade já desenvolveu o raciocínio lógico e o bom-senso e não aceita mais o poder exercido pelo medo, através da simbólica figura do mal.
DIABO: do grego, DIA = separação em duas ou mais direções; BO = lançar, desunir, separar;
SATÃ ou SATANÁS: hebraico – opositor, adversário, antagonista.
TENTADOR: o que tenta, põe a prova;
LÚCIFER: do latim – portador da luz.
DEMÕNIO: do grego, DAIMON, gênio.
Allan Kardec, codificador da Doutrina dos Espíritos, ao estudar a doutrina dos anjos decaídos (na Gênese: Os Milagres e as Predições Segundo o Espiritismo, capítulo XI - item 42) expõe a etimologia da palavra Anjo (do grego= ággelus) que significa enviado, mensageiro e, na acepção geral, simplesmente Espírito. Na concepção dogmática, certos anjos que teriam sido criador perfeitos se rebelaram contra o Criado, sendo chefiados por uma grande entidade para lutarem contra o Reino de Deus. São histórias, lendas místicas que não podem ser aceitas com a letra que mata, mas com o espírito que vivifica.  Há incoerências prementes como o fato de Deus ter criado seres privilegiados em relação aos outros (contraditório com a bondade e justiça suprema); e mais. Mesmo privilegiados, se rebelaram contra o Criador! Teoria ilógica que não se ajusta a perfeita criação de Deus.
Em outro estudo, Kardec analisa o pensamento distorcido da existência do Satanás como um ser eternamente voltado para o mal (Gênese, cap.III, item 12). Se o mal estivesse nas atribuições do um ser especial, das duas uma conclusão: ou este ser seria igual a Deus e, consequentemente, tão poderoso e de toda a eternidade como Ele; ou, segunda hipótese, lhe seria inferior; No primeiro caso haveria duas potências rivais, que se digladiariam sempre, cada um procurando atrapalhar o outro – hipótese claramente incoerente com a própria organização do Universo que, desta forma seria o caos. No segundo caso este ser, sendo inferior a Deus, seria seu subordinado; não possuindo o mesmo poder e nem existindo por toda a eternidade, pois teria um começo; e se teve um começo foi criado por Deus; e se Deus tivesse criado um Espírito do mal para prejudicar os seres humanos, esta afirmativa seria a negação da Bondade Divina e da Sua Sabedoria. Ideias inaceitáveis para o ser humano.
Há ainda a suposição de que o Espírito do mal não foi criado mau, mas se tornou assim por sua própria escolha. Deus então o condenou a permanecer para sempre na maldade. Nesta visão, Deus seria tão cruel e injusto como o próprio Satã, pois não lhe teria dado oportunidade para retomar o caminho do bem. Na Doutrina dos Espíritos entendemos que o mal não é representado por um ser ou uma entidade que procura nos conduzir ao erro. O mal é praticado por todos aqueles que ainda não compreendem, nem vivenciam, as leis divinas da caridade e do amor; são ainda seres imperfeitos que vivem ora na matéria como seres humanos, ora no mundo espiritual como Espíritos.
 Allan Kardec afirma (Gênese, cap.III, item 7) que o mal é a ausência do bem, assim como o frio é a ausência do calor; onde não existe o bem, forçosamente existe o mal. Se houvesse um ser predestinado ao mal, o homem não poderia evitá-lo, mas, tendo o homem a causa do mal em si mesmo e simultaneamente tendo seu livre-arbítrio e as leis divinas como guia infalível, ele o evitará sempre que quiser. À medida que o ser humano deseja evoluir e se melhorar, para evitar os sofrimentos, ele estuda as suas paixões inferiores e seus vícios, procurando eliminá-los de sua existência; estimula-se a conquistar virtudes e qualidades nobres, ficando a cada existência mais distante do primitivismo e mais próximo de Deus.
Concluindo, é inconsistente a teoria de que existam Espíritos eternamente voltados para o mal, mas sim, seres em desenvolvimento que dada a sua inferioridade, ainda se comprazem na prática do mal por ainda não compreenderem e seguirem a lei do amor. É somente uma questão de tempo e de vontade para que todos alcancem a perfeição relativa à qual, fatalmente estamos destinados. Só depende de nós mesmos...

Fonte:
“Seara Espírita”
Luis Roberto Scholl
+ acréscimos

DIÁLOGO
Um casal tomavam, num restaurante suas respectivas bebidas. Ele, algo alcoólico; ela um suco de laranja natural. Ambos permaneciam em silêncio. Poderia ser aquela quietude tranquila, sem constrangimento, nascida da intimidade, mera pausa na conversação. Porém, o mais provável fosse o silêncio do casal que perdeu o gosto pela conversa, sinal evidente de relacionamento em crise. Em dado momento ele a surpreendeu, dizendo, carinhoso: - Eu te amo! – Ela o contemplou, atônita, surpreendida. Há muitos anos o marido não lhe falava assim!  Seria efeito do álcool?
Ela exprimiu sua dúvida, perguntando: - É você quem está falando ou o álcool?
Ele respondeu: - Estou falando com a bebida.
Não sabemos se ela agrediu o marido atrevido ou simplesmente procurou o advogado para pedir o divórcio, mas esse episódio nos remete a algumas ponderações sobre a vida conjugal.
Aprendemos com a Doutrina dos Espíritos que, geralmente, os casamentos na Terra são planejados na Espiritualidade, pelos próprios cônjuges ou seus mentores espirituais. Os objetivos são variados, mas basicamente atendem à necessidade de desfazer inimizades ou consolidar afeições, decorrentes de relacionamentos de outras existências, num empenho de harmonização. As estatísticas demonstram que em boa parte das uniões conjugais esses objetivos não são alcançados, porque na atualidade, sobe sempre o número de divórcios porque a afeição acabou ou recrudesceu a aversão. Considere-se que essa situação costuma acontecer mesmo entre os casais que permanecem juntos, dispostos a se suportarem por amor aos filhos ou respeito à religião.
Alguns espíritas dizem: Já que é meu compromisso cármico, carregarei essa cruz até o fim dos meus dias. Depois, na Espiritualidade, será cada um por si! Queira Deus que não nos vejamos nunca mais! Quero esquecer que estivemos juntos um dia. Quem age assim, provavelmente vai reencontrar o cônjuge em futura encarnação. Viverão novas experiências em comum, já que não foi cumprido o objetivo fundamental do matrimônio, que é a harmonização das almas, ensejando a convivência pacífica, e para ajudar nesse objetivo há algo indispensável: o cultivo do diálogo, a disposição de conversar, trocar ideias, exercitar os miolos, abrir o coração e se confraternizar. . .
Um homem culto e inteligente apaixonou-se por uma jovem. Sentindo que era correspondido, pretendeu pedi-la em casamento, mas não usou a fórmula convencional: Você me daria à honra de casar-se comigo? Ele disse-lhe apenas: Você gostaria de passar os próximos anos a conversar comigo? Eis a base da união perfeita: longa conversa, a estender-se existência afora. Pode o tempo passar, a paixão esgotar-se, a beleza física desfazer-se, mas o diálogo permanecendo, a amizade ou o amor fica sempre.
Um amigo inquiriu: - Não ocorre o contrário? Cessa o diálogo porque o amor foi embora? Ele estava confundindo o amor com a paixão. Se o casamento foi baseado na paixão, na atração física, o diálogo acaba quando se esgota o desejo, o que acontece frequentemente na atualidade, de libertinagem confundida com liberdade sexual, e menos ainda, com o amor.
Diálogos frequentes, francos, abertos, de união de ideias, aquele revelar de alma, representam a poção mágica para uma convivência amigável e perfeita, com pleno entendimento entre os cônjuges. Naturalmente, diálogos civilizados, de respeito mútuo, jamais resvalando para a agressividade verbal, quando as pessoas põem-se a discutir gritar e a ofender, conturbando a existência conjugal e as vezes também dos filhos.
Diálogos bem humorados, sinceros, amigos, de tal forma que sempre haverá o que conversar, e quando o esposo ou a esposa disser “eu te amo”, a outra pessoa saberá que quem fala não está falando com a bebida, conforme o início deste assunto...

Fonte:
Revista “Reformador” – 5/2013
Richard Simonett
+ Pequenas modificações.

Jc.
São Luís, 7/6/2013