quinta-feira, 13 de agosto de 2015

REFORMA ÍNTIMA





 A significação do Evangelho de Jesus para nós cristãos e espíritas, não deve ser simplesmente de aceitar seus ensinamentos, mas de nos encaminhar pela vivência espiritual ao ponto de partida na “reforma íntima”, ao eliminarmos hábitos, vícios e costumes perniciosos, defeitos morais, sentimentos e pensamentos incompatíveis com nossa reforma, buscando adquirir virtudes próprias do ser humano novo que se propõe transformar-se no que deseja ser. E como é extraordinário o poder do Evangelho para operar essa nossa transformação.

Compreendendo que nenhum de seus problemas e nem seu progresso se resolve pelo simples conhecimento teórico ou místico do Evangelho, porque esses problemas não estão no exterior, mas no próprio íntimo de cada um, concluímos que o Evangelho não pede um conhecimento intelectual, mas sim, uma vivência espiritual. O simples conhecimento contemplativo não muda o ser humano, muito ao contrário, lhe aumenta os débitos espirituais, porque está dito: “á quem muito é dado, muito será cobrado”, como também só o crer não resolve nada, porque já sabemos que a fé sem as obras é morta.

Para viver e exemplificar o Evangelho, primeiramente o ser humano deve reformar-se, transformando-se no homem novo a que o Evangelho se refere. Cada um de nós tem a obrigação de espiritualizar-se por si mesmo, por decisão própria, por esforços próprios, tendo o Evangelho como orientador; agindo no bem e não somente crendo. Todo aquele que inicia-se na vivência evangélica, abre portas amplas no Plano Espiritual para o recebimento de inspiração e assistência permanente.

Longe estamos de poder avaliar a grandeza de nossas oportunidades na Terra, infinitamente valiosa, muito desejada por grande número de irmãos que aguardam uma oportunidade de reencarnação.  Assim sendo, valorizemos a nossa presente existência e busquemos aproveitar cada evento, pequenino que seja,  para servir e auxiliar, pois de cada ato praticado ou não, teremos de prestar contas, recebendo a devida aprovação se tivermos agido no bem, ou amargando os revezes de nossas ações indevidas, nesta ou em outras existências. Procuremos vivenciar a figura do “bom samaritano”, e só teremos alegrias  quando abandonarmos a vestimenta carnal, retornando ao plano espiritual.

Entretanto, que a noção que temos de trabalhadores da última hora, não nos dê motivos para sentimentos de inferioridade, diante da oportunidade do serviço evangélico. Na verdade, qualquer um que deixe seu conforto pessoal, seus familiares, para ir acudir seu próximo necessitado ou sofredor, torna-se digno de ser um seguidor do Mestre Amado. Não julguemos que o Senhor possa desdenhar de nosso propósito em servir por modestas que sejam nossas possibilidades. O Senhor julgará nossa sinceridade de propósitos e nossos sentimentos, e não reclamará de nós realização acima de nossas condições e forças.

Nunca deve alguém  julgar-se  indigno, inferior  e  ter  dúvidas  quanto  à  sua obrigação de realizar esforços para retornar ao bom caminho, qualquer que tenha sido a fraqueza a dificuldade e a tentação que o levou a cair, pois o Mestre a todos ama, e mais ainda se compadece com seu irmão que falhou momentaneamente ou até mesmo durante a existência. Quem não tem deficiências? Quem nunca falhou? Se até os apóstolos com todos os ensinamentos e exemplos recebidos do próprio Mestre Jesus, falharam; por que nós seres ainda mais imperfeitos, estaríamos livres de fracassar? – Temos é que reagir contra as imperfeições, não desanimar e retornar ao bom caminho, cientes de que é a melhor opção para nossa felicidade e progresso.

Como exemplo de renovação, recordemos a passagem evangélica que fala de Maria Madalena e sua conversão ao caminho redentor, levada pelas palavras do Mestre Amado. Vivia ela no luxo, no conforto e na ociosidade e tudo renuncia pelo amor que lhe invadira a alma, desfazendo-se dos laços escuros que a ligavam ao mal. Quando os seguidores de Jesus, zelosos pela reputação da Boa Nova, recusaram receber em seu meio a pecadora regenerada,  foi o próprio Jesus quem lhe abriu as portas do Seu coração, que a libertou para sempre da criatura velha e pecaminosa que ela era. Seja, portanto, o amor do Mestre o instrumento a nos unir uns aos outros. Lembremo-nos de que uma só vara é frágil e facilmente pode ser quebrada, mas unidas elas, como nós, tornam-se um feixe de varas inquebrantável, inacessível e imune aos ataques das forças do mal. Confiemos no poder do Mestre, que a ninguém desampara nos momentos de dificuldades e perigos, e atravessaremos em segurança a hora presente de angústia, desagregação e tormentos, em que se encontra o nosso mundo.

Atualmente prepara Jesus, contando com os medianeiros da Espiritualidade e nossa colaboração, uma investida final contra as forças das trevas que persistem em envolver a Terra, apoiadas que são por muitos habitantes que se comprazem nas práticas do mal. Nós, que também às vezes experimentamos o desânimo na jornada redentora, devemos nos lembrar que a bondade divina, que cuida do pequenino curso d’água, desvela-se ainda mais pelas suas criaturas, através do Seu infinito e misericordioso amor. Somos espíritos ainda necessitados de encorajamento e fortificação em nossos propósitos de combater e vencer o mal que ainda conservamos em nosso íntimo, para que possamos nos aproximar do nosso Pai Criador.

Um olhar mais atento sobre nossas ações nos leva a crer que estamos espiritualmente doentes, com nossa natureza interior fora de sincronia. Com isso, prejudicamos nossa missão na Terra, de sermos solidários; amar uns aos outros e proteger a natureza que nos cerca para esta e as futuras gerações. Estamos vivendo tempos em que a natureza clama por socorro, e nossos valores morais e éticos estão em jogo. Nunca um despertar de consciência espiritual e ecológica foi tão necessário quanto a que passamos atualmente.

Em nome da Eterna Sabedoria, o ser humano é o senhor da evolução na Terra. Todos os elementos lhe estão sujeitos. Todos os reinos do planeta rendem-lhe vassalagens... Montanhas grandiosas sofrem-lhes carga de explosivos transformando-se em matéria-prima, destinada à edificação de cidades. Minérios por ele arrancados às entranhas do globo suportam os fornos incandescentes, a fim de lhe garantirem utilidades e conforto. Rios e fontes obedecem-lhe as determinações, transferindo-se de leito, com vistas à fertilização de terras sedentas. Florestas atendem-lhe a derrubada, favorecendo o progresso. Animais, mesmo aqueles de mais volume e força, obedecem-lhe as ordens, ficando muitas das vezes domesticados. A eletricidade e o magnetismo atendem os seus desejos; e o próprio átomo, síntese de força cósmica, descerra-lhe segredos, aceitando-lhe as vontades...

Mas não é só no domínio dos recursos materiais que o ser humano governa soberano. Ele pesquisa as reações populares e comanda a política; investiga os fenômenos da natureza e da ciência; estuda as manifestações do pensamento e cria a instrução; especializa o trabalho e faz a indústria; relaciona as normas de comércio e controla a economia. Decididamente, nós espíritos em aperfeiçoamento terrestre, conseguimos alterar ou manobrar as energias e os seres inferiores do orbe; não obstante, sustentados pelo Divino Apoio, nas lides educativas que nos são necessárias, ainda estamos longe de realizar o aprimoramento moral, dominando imperfeições, por conta da nossa indiferença em querer desenvolver os sentimentos e ações nobres. O professor ensina, mas o aluno é que deve realizar-se. Os Espíritos Superiores nos amparam e esclarecem, no entanto, é determinação da Lei que cada um responda pelo próprio destino.

Meditemos sobre isso, valorizando as oportunidades que nos são oferecidas. Por muito alta que seja a quota de trabalho corretivo que trazemos de outras existências, possuímos determinadas sobras de tempo, para consagrar-nos ao serviço do bem e ao estudo iluminativo, quando quisermos, como quisermos, onde quisermos, melhorando-nos sempre, na única reforma que se faz necessária que é a reforma moral do ser humano, a qual consiste em substituir o orgulho pela humildade e o egoísmo pela fraternidade. Esta reforma será sempre mais consistente quanto mais convicto estiver o ser humano da sua imortalidade. Com a reforma moral constrói-se uma paz duradoura, evita-se o desentendimento entre pessoas e as guerras entre as nações; elimina-se a miséria a ignorância e as angústias do ser humano.

O Mestre Amado se coloca ao nosso lado como intermediário entre nossas fraquezas e a Divina Providência, assim como temos muitos irmãos mais evoluídos entre nós e Jesus, formando uma corrente a estender-se pelo infinito, sob a luz bendita do Criador. Busquemos, então, na prática do Evangelho, a nossa própria sublimação, aprendendo e amando na Escola do Mundo, onde as criaturas se renovam constantemente, na caminhada como seguidores do Mestre, em direção à Divina Luz.

Muitas pessoas ao ouvirem se falar em reforma, pensam logo em reforma de casa, para melhorá-la na sua aparência, ou então na reforma do carro, geladeira, etc.  Como ainda estão muito ligadas a existência terrena, e geralmente só se preocupam com ela, sempre que podem promovem reformas para melhorar as condições do seu viver. E, para isso, passam a trabalhar mais, fazem economia, se privam de algumas necessidades, fazem dívidas, tudo no sentido de melhorarem o seu conforto. Isso é louvável, até certo ponto, pois devemos fazer o possível para melhorar nossa condição aqui na Terra. Entretanto, é muito mais importante fazermos a nossa melhora íntima, a fim de que, quando chegar a nossa hora de partir, possamos chegar à espiritualidade em situação melhor, pois esta é a destinação, sempre continuada em cada existência terrena, na evolução da nossa verdadeira vida eterna...

Fazer a nossa reforma íntima é a condição pela qual nos afastamos dos resgates e dos sofrimentos, e a nossa melhora virá pela modificação das nossas ações, atitudes, palavras e pensamentos. Reforma essa que significa evangelizar nossas atitudes para com a Natureza, os animais e nossos semelhantes. “Faça a mudança que você quer ver no mundo”; com esta frase Mahatma Gandhi mostra como a transformação espiritual do comportamento e do pensamento do ser humano ajudam a reduzir o impacto das desavenças nas relações humanas.

Imaginemos que estamos doentes. Apesar do tratamento médico, a doença continua. Alguém nos diz: “Faça pensamentos positivos, pois a mente positiva cura, liberando energias poderosas”. Nós então tentamos o pensamento positivo, mas a melhora não vem. Algo com certeza está dando errado.  O livro “A Biologia da Crença” ensina-nos que nossa mente consciente é capaz de gerar pensamentos positivos; porém o nosso inconsciente armazenou a programação a que foi submetido no decorrer do tempo. Essa nossa mente inconsciente é muito mais forte que nossa mente consciente, e quando as duas entram em conflito, a mente inconsciente quase sempre vence.  Se alguém, portanto, nos diz que podemos nos curar da doença com pensamento positivo, mas nosso inconsciente, desde que éramos criança armazenou estímulos negativos e como as células do nosso organismo respondem aos estímulos acumulados, estes se manifestam nas células do corpo, podendo ocorrer então tanto a doença física como a mental. O nosso organismo ficará sob a atuação das energias desequilibradas e com esses estímulos negativos não podemos nos curar. Outros fatores como o nervosismo, a pressa, a ansiedade, a depressão, são também ingredientes que concorrem para o mal. Surgirão os efeitos negativos no dia a dia, fazendo as pessoas agressivas, irritadas, neuróticas, sofram problemas de pele, gripes e outros desequilíbrios físicos.

Não nos esqueçamos de que entram em ação também as forças invisíveis em nossas existências; ação essa que pode ser positiva ou negativa dos seres espirituais sobre nós.  Assim, se vivemos de maneira desaconselhável, negativa, atrairemos as vibrações de espíritos idênticos a nós. O contrário ocorre também se vivemos de maneira adequada. Essa é a chamada “Lei da atração, da afinidade”, que rege o Universo do qual fazemos parte. A título de exemplo, citamos o caso de alguém que alimenta a vingança. Com esse pensamento (estímulo) atrairá espíritos que costumam se deleitar com a maldade e vão influenciá-lo e ajudá-lo a cometer esse ato. Pessoas que, ao contrário, fazem o bem, irradiando bondade, atrairão espíritos bondosos possuidores de energias saudáveis que podem ajudar nas doenças e dificuldades. Aprendamos a mudar nosso inconsciente e nosso consciente será vencedor. Como fazer isso, já sabemos por que ficaram bem explicitadas as situações benéficas ou maléficas das situações.

Jesus nos recomendou que procurássemos ser perfeito tal qual o Pai. Essa perfeição a que Jesus se referia, não é uma perfeição absoluta, pois esta é atributo somente de Deus, mas uma perfeição relativa. Significa que devemos fazer tudo o que nos cabe fazer, e da melhor forma possível para nosso próprio bem estar.  Não deixarmos nada sem fazer ou fazer as coisas pela metade, por causa da nossa impaciência ou por não sermos perseverantes. Têm-se o dever de fazer, então façamos as nossas obrigações e também as boas ações, da melhor maneira que sabemos fazer. Assim fazendo, temos a certeza de que melhor não saberíamos fazer... É isso que Jesus nos recomendou, quando disse para sermos perfeitos como o Pai Celestial o é. Que o Senhor nos ajude em nossos pensamentos, palavras a atos.

Bibliografia
“O Evangelho de Jesus”
Livro “A Biologia da Crença”

Jc.
S.Luis, 21/6/1997
Refeito em 30/7/2015

AS MOEDAS E O SALÁRIO MÍNIMO





 As moedas  A primeira moeda brasileira foi o “açúcar”, que em 1614 passou a valer como dinheiro, por ordem do então governador Constantino Menelau.  O valor da arroba de açúcar (15 kls.) foi fixado em 1.000 réis, que era a unidade monetária usada (Real Português). Na época, só os funcionários da administração portuguesa, recebiam salário em moeda. O dinheiro vinha de Portugal, mas sua origem era espanhola, em virtude das reservas metálicas de prata e ouro serem mais abundantes na Espanha, no período colonial, devido á dominação de Portugal pela Espanha, durante o período de 1580 a 1640.
Em 1624, a Holanda ocupou parte do nordeste brasileiro e, sob seu domínio, foi realizada a primeira cunhagem de moedas no território nacional. Eram moedas pequenas, quadradas, feitas em prata e ouro, e surgiram em Pernambuco, em 1645. Em 1669, moedas de prata portuguesas passaram a circular no Brasil, carimbadas com um sinete real, nos valores de 80,160, 320 e 640 réis.
Moedas propriamente brasileiras só vieram a surgir no final do século XVII.  Salvador era então a principal cidade da Colônia, sua capital e o mais importante centro de negócios. Em 1694, os portugueses instalaram a primeira Casa da Moeda do Brasil. As moedas eram cunhadas em prata e ouro, sendo que, as de prata de valores originais: 20,40,80,l60,320,640 réis; e as de ouro valiam 1, 2, 4 mil réis. O povo logo lhe deu o nome de “patacas” com sentido depreciativo. De 1695 a 1702  entrou em circulação moedas de cobre de 10 e 20 réis, cunhadas na Casa do Porto.
Com a descoberta de jazidas de ouro pelos bandeirantes e a intensa exploração das “Minas Gerais”, a fabricação do dinheiro foi transferida para o Rio de Janeiro, em 1698, e alí eram cunhadas em prata e ouro, com os valores já mencionados. Em 1714, já no reinado de D. João V, havia duas Casas da Moeda, no Rio de Janeiro e também em Salvador. Em 1724, criou-se a terceira Casa da Moeda, em Vila Rica (MG.), que foi extinta dez anos depois.
A falta de troco era tanta que o Maranhão chegou até a ter a sua própria moeda, fabricada em Portugal, e eram feitas em cobre, prata e ouro, nos valores de 5, 10 e 20 réis.
Até a vinda da Corte portuguesa para o Brasil, com D. João, em 1808, o valor total das moedas em circulação não ultrapassava a cifra de 10.000 contos (10 milhões de réis). Essa moeda permaneceu por mais de cem anos. Em 1942, com o corte de três zeros, e a mudança para Cruzeiro, e quando este surgiu, havia 40 valores de moedas, de bronze, de níquel e de prata. Em1965, a reforma monetária cortou novamente três zeros e a moeda passou a ser: Cruzeiro Novo. Novamente em 1970, o Cruzeiro renasceu, sem a retirada dos três zeros. Em 1986, com a inflação, o Cruzeiro mudou para Cruzado, com a retirada de três zeros. Em fevereiro de 1989, surgiu o Cruzado Novo, com a retirada de três zeros.
Em 1990, o governo Collor ressuscitou o Cruzeiro sem cortes de zeros.  Em 1993, a moeda passou a ser Cruzeiro real, com três zeros a menos. Em 1º de julho de 1994, foi instituído o Real, no mandato do presidente Itamar Franco, sob o comando do Ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso. O Real não traz personalidades da história nacional, mas sim, animais da fauna brasileira, a saber:  1 real (Beija-flor); 2 reais (Tartaruga); 5 reais (Garça); 10 reais (Arara); 20 reais (Mico Leão); 50 reais (Onça Pintada) e 100 reais (Garoupa).  Até a chegada do Real a moeda brasileira perdeu 15 zeros, em 51 anos.

Salário Mínimo  O salário mínimo foi instituído em janeiro de 1936, pela Lei nº 185, e no dia 1º de maio de 1940, pelo Decreto-Lei nº 2162, o então presidente Getúlio Vargas, fixou os valores do Salário Mínimo, em 240 mil réis, que começou a vigorar, com a vigência de um período de 3 anos, o que foi efetuado em 1º de janeiro de1943.
Evolução do Salário Mínimo, durante os anos:
01/01/1943    -       300 mil réis         01/12/1943     -     380 mil réis   01/03/1967    -  105.00  Novo Crz.   26/03/1968     -    129,60  N.Crz 01/05;1969    -  156,00   “       “         01/05/1970    -     187,20   “   “ 01/05/1971    -   225,60  Cruzeiro     01/05/1972    -     268,80 Cruz.     01/11/1984 -166.560,00       “          01/05/1985 - 333.120,00    “   01/11/1985 -600.000,00       “          01/03/1986 -   804,00  Cruzado         15/01/1989 -       54,37 Novo Crz   01/02/1989 -     63,90 Novo Crz   01/03/1990 -    3.674,05   “       “     15/03/1990 -   3.674,05 Cruzeiro           07/1993 - 4.639.800,00         “        08/1993 - 5.534,oo  Cruz/Reais             março/94 - 647,50 (64,79) URV   30/04/94 -1.323.92 (64,79) URV maio/94 - 1.844,69 (64,79)     ”      30/06/94 - 2.750,oo (64,79)    “    julho/1994 -     64,79     Real         09/1994 -   64,79          Real    10/1994 -         70,00        “            01/95  Abono 15,+ 70,00  “      maio/1995 -   100,00       “             abril/1996 -     100,00        “ maio/1996 -   112,00       “             abril/1997 -     115,00        “    maio/1997 -   120,00      “              abril/1998 -     120,00        “   maio/1998 -   130,00      “              maio/1999 -    136,00        “       maio/2000 -   151,00      “              maio/2001 -    180,00        “        abril/2002 -     200,00     “              abril/2003 -     240,00        “       maio/2004 -    260,00     “              maio/2005 -    300,00        “      abril/2006 -     350,00     “              abril/2007 -     380,00        “      março/2008 -  415,00     “              fevereiro/2009 - 465,00    “    janeiro/2010-   510,00    “              março/2011 -  545,00       “    janeiro/2012 -  622,00    “              janeiro/2013 - 678.00       “   janeiro/2014 -  724,00    “              janeiro/2015 - 788,00       “
Obs: Apesar do último aumento do Salário Mínimo ter sido de (8,84 %)  o aumento para os aposentados ficou em (6,22 %), o que vem acontecendo todas as vezes que é feito o reajuste do salário mínimo, reduzindo e prejudicando cada vez mais os aposentados e os pensionistas.

Fonte:
Internet
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Jc.
São Luís, 30/04/2015